VI Encontro de economia baiana


Foto: Elói Corrêa/ AGECOM
Este fim de semana  (16 e 17 de setembro) tivemos o VI Encontro de Economia Baiana aqui em Salvador. Revi alguns ex-alunos e alguns amigos e colegas do tempo da gadruação.

De maneira geral, gostei. Até porque desde 2001 que eu não comparecia num encontro de economistas. Depois de um semestre no mestrado, a  gente já vê as apresentações com um entendimento muito melhor, mas ainda assim, a impressão que dá é de que "nada sei".

Dos 100 trabalhos inscritos, 30 foram selecionados para as sessões temáticas. A grande maioria dos estudos apresentados foram desenvolvidos pelo pessoal do PIMES-UFPe e não das universidades baianas! No entanto, os três trabalhos premiados foram fruto de monografias de graduação da UFBa e da UFPB, e da dissertação de mestrado de uma professora da UESB.

A temática do evento foi "Brasil e Bahia na nova configuração da economia mundial". Mas o palestrante principal - Antonio Barros de Castro - foi logo dizendo que "não ia falar especificamente sobre a Bahia" e passou a analisar como o Brasil enfrentou com sucesso a crise de 2008, e que agora só falta definir com muito cuidado as novas frentes estratégicas.

Eu ia comentar as mesas que assisti, mas deixarei isso pra outra hora, talvez.

E fica o convite-lembrete: na próxima quinta, às 9h da manhã, a Caravana Liberdade na Estrada 2010 vai passar por aqui!

Enfim, a avaliação trienal da CAPES

Enfim, saiu oficialmente a avaliação trienal da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - versão 2010, que reflete o desempenho dos cursos de pós-graduação stricto sensu, de 2007 a 2009.

Vou me ater aos mestrados e/ou doutorados acadêmicos em economia:

A boa notícia é que o mestrado da UFBA manteve a nota quatro. Ufa!
Ao todo, são 14 cursos com esta nota. Para este patamar, subiram os conceitos da UERJ e da UFJF, enquanto os cursos da  UCB e da Unicamp (desenvolvimento econômico) caíram de 5 para 4. Os mestrados da UFES e um da UFV (Economia Rural) desceram para 3.

Dez programas de pós-graduação estão com nota cinco: UNB e ESALQ desceram para esta faixa, enquanto a UFF foi promovida do conceito 4. Mantiveram-se: PUC-RIO, FGV-SP, UFMG, UFGRS, UFPE, UFPR, Unicamp (ciências econômicas).

Temos apenas um curso com a nota seis: Economia da industria e da tecnologia da UFRJ, que subiu um ponto em relação à avaliação anterior.

Dois times compõem a primeira divisão deste campeonato, agora com nota máxima, 7: EPGE (FGV-RJ) e USP.

E são três os programas novos: a UEM implantou um doutorado, nota 4, e a UFMA e UFSCar, mestrados, ambos com conceito 3.

ATUALIZAÇÃO:

As informações acima são baseadas no seguinte documento:
Resultados: Área de Avaliação/ Sigla/ Nome da Instituição/Programa

Porém, vi na comunidade da anpec no orkut, que este *outro relatório* traz notas diferentes, para, por exemplo, FGV-SP e Puc-Rio. E agora, qual relatório está correto? O que se diz é que a FGV-SP subiu para 6 e a Puc-Rio manteve-se em 5.
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